Princípios

Seis princípios regem cada produto que lançamos. Se um instrumento não os cumpre, não o lançamos.

01 · Um instrumento honesto.

Só afirmamos aquilo que conseguimos defender. Nenhuma precisão fabricada: sem percentagens inventadas, sem decimais confiantes a esconder suposições.

02 · Cada resultado carrega um rótulo.

O Atlas aplica rótulos de evidência (degrau, calibração, âmbito); o Logbook, rótulos de proveniência (VERBATIM, RASCUNHO-IA, APROVADO). Nada de "mole" finge ser facto.

03 · A máquina propõe, o humano decide.

Uma simulação é uma bússola, não um veredicto; uma nota gerada é um rascunho, não um registo. Nada entra na sua documentação nem nas suas decisões sem aprovação humana.

04 · Os seus dados não são o nosso ativo.

O Logbook funciona por defeito no dispositivo. O Atlas corre no nosso próprio hardware, entrega aos modelos externos apenas agregados e nunca usa as suas entradas como dados de treino. A eliminação é um protocolo, não uma promessa.

05 · Simular, depois verificar.

As afirmações são confrontadas com a realidade: o Atlas só sobe o degrau de calibração com resultados reais; o Logbook prova o seu funcionamento local com um teste offline-only e uma arquitetura publicada.

06 · Ferramentas pequenas, decisões documentadas.

Cada decisão de arquitetura tem um número e uma razão. A documentação faz parte do produto, não é um acrescento.